Online task de 18, 20 e 25 de março

Resumo Capítulo 3 –Oral Approach ou Situational Language Teaching


Oral Approach ou Situational Language Teaching foi desenvolvido pela lingüística aplicada britânica dos anos 30 aos anos 60. Os dois líderes neste movimento foram  Harold  Palmer e A. S. Hornby. Controle de Vocabulário: Contagens de freqüência mostraram que as principais duas mil palavras ocorriam frequentemente em textos escritos e que o conhecimento dessas palavras ajudaria muito na leitura de um língua estrangeira. Controle de Gramática: As principais estruturas gramaticais foram classificadas em sentenças padrão (tabelas de substituição), o que poderia ajudar a internalizar as regras das estruturas de sentenças em Inglês. Principais características desta abordagem:


1. O ensino da língua começa com a linguagem falada. Os materiais são ensinados oralmente antes de serem apresentados na forma escrita;

2. A língua alvo é a língua da sala de aula;

3. Novos pontos em Inglês são apresentados e praticados dentro de um contexto situacional;

4. Os procedimentos de seleção de vocabulário são seguidos para garantir que o vocabulário principal e geral seja aprendido;

5. Itens de gramática são organizados seguindo o princípio de que formas simples devem ser ensinadas antes de formas mais complexas;

6. Leitura e produção escrita são apresentadas uma vez que um base gramatical e lexical suficientes são estabelecidas.


Situational Language Teaching


APPROACH

Language

Foi caracterizado como um tipo de estruturalismo britânico. A fala é considerada a base da língua e sua estrutura gramatical é vista como o coração da habilidade de se comunicar em outro idioma. Os teóricos britânicos, diferentemente dos lingüistas americanos, focalizaram seus interesses no conceito de situação. Ou seja, a criação de contextos reais para o uso da língua estrangeira. A criação de situações nas quais os alunos terão de interagir utilizando a estrutura correta ensinada, sendo que a língua tem o propósito de estabelecer uma ponte com situações reais.

Learning

A aprendizagem do método apóia-se numa visão behaviorista do que é assimilado. Palmer apontou três processos importantes para a aprendizagem de uma língua que são: receber conhecimento e material, fixar na memória através da repetição e usar (praticar). Como o método direto o SLT adota uma abordagem indutiva, que preza pela aprendizagem de palavras novas por meio do contexto e de situações vividas e não através de tradução ou explicação na língua alvo, pois acredita que a tradução empobrece a imagem mental da palavra. Portanto a dedução se faz fundamental, pois desta forma ocorre uma imitação da aquisição da língua materna.


DESIGN

Objetivos

Os objetivos do SLT são estudar de uma forma mais a pratica as quatro habilidades: (speaking, listening, reading, writing). As habilidades deverão ser embasAdas antes de qualquer coisa na estrutura sem nunca se desvia da mesma. O modelo de aula apóia-se primordialmente no desenvolvimento das habilidades orais Pittman acredita na idéia de que é importante enraizar a estrutura da língua antes de tornar o aluno livre para procurar outros meios de se comunicar.

The Syllabus

A estrutura do syllabus é uma lista de estruturas básicas e sentenças de inglês, arranjadas de acordo com a ordem de apresentação. No ensino da linguagem situacional, estruturas são sempre ensinadas por sentenças, e o vocabulário é escolhido de acordo como cada sentença será ensinada.

Exemplo: Sentenças             vocabulário

This is…                car, pencil

These are… books, e-mails

Tipos de aprendizagem e atividades de ensino

O ensino da linguagem situacional é dado a partir de situações cuidadosamente controladas, de modo que não haja dúvida no significado que o aluno escuta.

Para isto, faz-se o uso de objetos concretos, figuras, imagens entre outros. Esses recursos juntamente com ações e gestos vão ser utilizados para demonstrar o significado de itens da linguagem.

A prática de técnicas empregadas são repetições supervisionadas, atividades de substituição, incluindo repetição oral e ditados controlados; leituras e escritas baseadas oralmente, assim como trabalhos em grupos e em pares.

Papel do aluno

Nos estágios iniciais da aprendizagem, o aluno limitava-se somente a ouvir, a repetir, a responder a perguntas e comandos ditados pelo professor.

Mais tarde, a participação ativa é incentivada. Os alunos passam a responder naturalmente e a fazer perguntas uns aos outros. Contudo, a iniciativa e a prática da nova linguagem são controladas pelo professor.

Papel do professor

O professor serve como um modelo. Ele cria e modela estruturas de repetição, tornando-se manipulador das habilidades dos alunos.

Durante as tarefas, os alunos têm a oportunidade de praticar a língua em situações menos controladas. O professor é como um “vigia” quanto à gramática e erros de estrutura.

Pittman [Falta completar a referência aqui] resume as responsabilidades do professor em:

Coordenação;

Prática oral – para dar suporte a estrutura do livro;

Revisões;

Adaptação às necessidades individuais;

Testes;

Atividades para desenvolvimento da linguagem;

O professor é essencial para a eficácia do método. O livro somente descreve as atividades para o professor ministrá-las em sala de aula.

Papel dos materiais instrucionais
O ensino da linguagem situacional é dependente tanto do livro quanto dos recursos visuais. O livro é onde se encontram meticulosamente organizados cada aula, planejada em cada estrutura gramatical. Os recursos visuais porem são confeccionados pelo professor ou comprados, e consistem em slides, cartões, fotos entre outros. A união desses elementos é essencial no aspecto do ensino da linguagem situacional, mas o livro deve somente ser usado como guia no processo de aprendizagem, já que se espera que o professor tenha profundo domínio do seu material didático.


PROCEDURES

Os procedimentos apresentados no texto certamente caracterizam os elementos que compõe o Situational Language Teaching (approach, design and procedures).

A produção oral dos alunos deve ser controlada pelo professor, indicando os modelos do padrão da língua alvo para pratica oral em sala de aula.

Constata-se também que o SLT está embasado na Teoria Behaviorista, quando sugere a formação de hábitos de aprendizagem. O processo utilizado na condução das aulas é, antes de tudo, fatos para aprendizado; sendo assim as condições desse processo (meio) não são levadas em conta, ate mesmo porque quem oferece a situação da aprendizagem é o professor.

Em se tratando da composição do design do SLT, o vocabulário e a gramática são elementos convenientes para o desenvolvimento dos procedimentos em sala de aula.

Para isso será necessário que o professor inicie sua aula obedecendo à seguinte estrutura, segundo Pittman:

Pronúncia;

Revisão como passagem para um próximo nível;

Apresentação de uma nova estrutura ou vocabulário;

Pratica Oral para dar suporte as estruturas apresentadas;

Leitura do material com a nova estrutura ou exercícios escritos.

Em seguida o texto indica os procedimentos que devem ser seguidos, como a repetição da frase por duas ou mais vezes, mostrando os objetos, figuras, fotos referentes à frase ou assunto da mesma. Em seguida ele pede a todos os alunos repetirem e em seguida um de cada vez.Esses procedimentos ilustram as técnicas usadas nesta situação, assim como os exercícios escritos que seguem o mesmo modelo da pratica oral ou vice-versa.   Para isso, o professor deve ter em mãos materiais e equipamentos que possam ajudá-lo a ministrar uma “boa aula” para que os alunos de diferentes níveis. São varias as atividades que ele pode seguir para ter êxito são:


Listening Practice, como pratica da atenção ao modelo.

Repetitions das palavras ou frases por todos os alunos quando o professor pedir “Repeat” ou “Everybody”;

Repetição por aluno para que o professor possa avaliar sua pronúncia;

Isolar algum fonema ou classe de palavras que apresentem alguma dificuldade para os alunos;

Criação de um novo modelo em que o professor escolhe um aluno e desenvolve a inserção de outras palavras;

Com mímica, gestos e exemplos o professor procura extrair do aluno as respostas às suas questões;

Através dos exercícios o professor sugere com palavras e/ou imagens afim de obter uma produção individual do aluno;

Exercício de perguntas e respostas para cada aluno;

O professor corrige o aluno falando a palavra ou frase errada para que o mesmo perceba que houve um erro e imediatamente possa corrigir.


[Muito bom, pessoal. Gostei. Show de bola. Aqui nesse link tem um Powerpoint sobre o assunto que pode ajudar a complementar a informação. A apresentação tem uns errinhos e está muito feia. Quem se dispor a corrigir e ajustar o design do PPT fica livre do post . Alguém?]


Almas com presença nessas aulas: Adrienne, Ana Luiza, Ana Patricia, Andrea, Anne, Bernardo, Bruna, Edison, Fabrini, Gisele, Iana, Igor, Izabela, Jonatas, Joyce, Julianna, Ketuly, Laila, Livia, Lucia, Milton, Priscila,  Rhadyja, Shanay, Stefanie, Suelem.


~ por laiazevedo em março 29, 2009.

4 Respostas to “Online task de 18, 20 e 25 de março”

  1. Ok, ok… Estou livre do post. (afinal, o féssor escreveu que era só se dipor a isso, e não fazer de fato… hehehehe).
    Just kidding.
    Féssor, já corrigi e estou te enviando por e-mail dois arquivos corrigidos: um que está com as modificações feitas marcadas em vermelho (caso o senhor queira ver o que foi corrigido) e outro (com “final version” no final do nome do arquivo) que já está tudo na cor normal pro senhor não ter que ficar tirando do vermelho depois.
    Um abraço.

    • Ah, sim. Esqueci de mencionar. Quanto ao fator “feia”, fiz uma pequenas modificações, mas não tenho certeza de que vai agradar. Fiz o que achei que ia ficar bom.

  2. obrigada Professor!
    haaa…cheguei tarde acho que vou ter que fazer post =P

  3. Poxa, eu tbm cheguei tarde😦.

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